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Ferramentas de venda

Rede de dados em um mundo hiperconectado (VII)

Cinco pedras fundamentais para contar com redes comerciais otimizadas.

Como assegurar e administrar a nova infra-estrutura
Um dos grandes impactos da hiperconectividade se dá na área da administração da segurança, e, em geral, na área da administração. Esta pedra fundamental inclui duas áreas fundamentais: a de defesa em camadas e a de networking autônomo. A defesa em camadas assegura que não haja nenhum ponto de falha na segurança dentro de uma rede. Isto se consegue utilizando diversos enfoques na posta em prática da segurança em diversas partes da rede, sempre operando sob as políticas da empresa. Por outra parte, a defesa em camadas se reforça adotando uma filosofia de segurança aberta que inclua as sociedades e um ecossistema que aproveite ao máximo os líderes em segurança, como Symantec, CheckPoint e SourceFire.

A defesa em camadas em um ambiente de redes hiperconectadas deve ser capaz de proporcionar capacidades de alta escalonabilidade, incluindo a segurança dominante no end-point para dispositivos de diversos tipos como os de mobilidade e integração com o Microsoft NAP, media security para proteger os dados multimídia críticos em trânsito, a virtualização e a segurança do perímetro assegurado para poder separar de forma lógica as diferentes formas de tráfego em uma rede de convergência IP, e a segurança de rede central com a incorporação de proteção dinâmica de ameaças e o controle em tempo real da vulnerabilidade de dispositivos através do uso do reconhecimento de impressões digitais. A hiperconectividade requer simplificação, com uma menor intervenção humana e uma menor quantidade de demanda de conhecimentos tecnológicos. Na outra frente da administração, a resposta se encontra na implementação a longo prazo de um networking realmente autônomo. O networking autônomo é uma forma de ver a construção de redes de dados de convergência auto-administradas que se ajustam dinamicamente às condições em constante alteração para poder otimizar o desempenho da rede e a QoE da aplicação e do usuário.

As redes autônomas são capazes de:
• Se auto-configurar: configurar e reconfigurar automaticamente os elementos de uma rede seguindo as políticas estabelecidas
• Se auto-curar: através da detecção automática de falhas, a correlação, o diagnóstico e a solução seguindo as políticas estabelecidas
• Se auto-otimizar: através do monitoramento contínuo automático do desempenho e a adaptação dinâmica dos mecanismo de QoS seguindo as políticas estabelecidas
• Se auto-proteger: através da detecção dinâmica de novos ataques, e o isolamento destes ataques para limitar o impacto nas organizações

Um segredo é aproveitar ao máximo as técnicas de Arquitetura Orientada ao Serviço (Service-Oriented Architecture ou SOA) para construir uma ponte entre a configuração, as políticas, as regulamentações e as aplicações e processos comerciais de administração SLA, e o funcionamento da infra-estrutura IT, incluindo a rede, os servidores e o armazenamento.

Se você preferir, pode baixar o documento completo no link “Ferramentas de Venda” da nova secção Centro Pequenas e Médias Empresas do Axent News.